Estamos fadados a olhar para nós mesmas e querer um pouco de
poesia. Até mesmo quando sofremos. Queremos plateia, ouvido. Calor,
importância. Estamos nós humanas, renegadas a querer um pouco de atenção. A
entender o abismo como único suportador de nossos desesperos, além de nós
mesmas.
sexta-feira, 17 de julho de 2015
sábado, 9 de maio de 2015
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