Estamos fadados a olhar para nós mesmas e querer um pouco de
poesia. Até mesmo quando sofremos. Queremos plateia, ouvido. Calor,
importância. Estamos nós humanas, renegadas a querer um pouco de atenção. A
entender o abismo como único suportador de nossos desesperos, além de nós
mesmas.
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